Como Assumir Riscos Criativos

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Correr riscos faz parte do nosso negócio, geralmente ele está implícito. Temos que avaliar o apetite de risco de cada cliente: Ele é um alvo em movimento, que depende da formação emocional do tomador de decisão, da situação da empresa, do setor e de outras variáveis. Novos clientes chegam como paciente de hospital num respirador artificial, nas últimas. Eles parecem ter tentado tudo, mas nada funcionou e nós somos sua única esperança, por isso estão dispostos a tentar uma coisa fora do convencional. Mas algumas áreas e setores como, produtos farmacêuticos e linhas aéreas, são mais avessas a correr risco que outras. A chave para convencer clientes a assumir riscos é estabelecer um alinhamento perfeito de estratégia e abordagem criativa. A estratégia rigorosa está sempre presente nos bastidores do nosso processo criativo e se baseia em pesquisa e insights do cliente e ajuda a definir com precisão o que a empresa está tentando propor com a campanha, qual seu público alvo e por que a campanha deverá disparar uma resposta específica que resultará em vendas. Uma ideia que, a primeira vista, parece arriscada, torna-se mais razoável à medida que vai sendo mais bem compreendida durante a apresentação. Isso cria confiança suficiente para o cliente dizer sim.

Quando se trata de persuadir clientes a assumir riscos, podemos citar o Citibank com a campanha: " O tempo que realmente conta não está numa planilha de horas. Viva plenamente " ou o Hotel Cosmopolitan em Las Vegas com : " Transgressão na medida certa". Depois da campanha ambos ao assumirem riscos tiveram lucro. Nem todo lançamento é bem sucedido, há apresentações de campanhas que não sabemos o que estamos fazendo, não conseguimos perceber o insight do consumidor no mercado em movimento para criar uma grande campanha outras vezes, temos uma ótima ideia, mas não conseguimos convencer o cliente. Se uma empresa assume um risco conceitual e isso não funciona , o CMO pode perder o emprego e nós o cliente. Esses riscos são mais evidentes atualmente que antes. Na era da mídia social, a probabilidade de uma empresa enfrentar uma situação adversa é maior se ela decidir usar propaganda provocativa e o poder de um único blogger pode ser impressionante. Mídias sociais são uma benção para nossos negócios no momento em que anúncios são vírus, mas por causa delas os negócios agora são muito mais complexos do que eram a cinco anos. Para se comunicar com o CEO, basta um endereço de e-mail. Empresas precisam estar pronta a contra-atacar quando sua propaganda é criticada. Atualmente as pessoas são menos pacientes que antes, quando se trata de resultados e os relacionamentos tendem a ser mais frágeis.

O gerenciamento de risco está mais forte, e assim pode conquistar mais a confiança do cliente, que se torna cada vez mais crítico. Mas o risco trabalha a nosso favor, mas precisa ser temido. A meta dos clientes não é sentir-se satisfeito com as campanhas publicitárias, é adquirir publicidade que atinja seus objetivos estratégicos. Às vezes precisamos persuadi-los de que uma abordagem aparentemente arriscada, é na verdade, mais garantida que continuar a fazer o que estão fazendo.

Fonte - Revista Harvard Business Review

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