Tradição e inovação

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É possível mesclar as qualidades dos jovens e dos profissionais experientes em favor de uma empresa mais dinâmica e com resultados satisfatórios. Um desafio premente nas organizações é conciliar a entrada e ascensão dos jovens e futuros líderes empresariais com a expertise dos anos dos atuais gestores. Via de regra, os profissionais da geração Y, nascidos entre 1980 e 1990, adotam posturas distintas diante das tarefas e projetos organizacionais de seus pares mais experientes. Os mais novos trazem muitas competências e vontade, os mais experientes transmitem confiança. Essa dificuldade para as companhias aparece em uma pesquisa da consultoria de recrutamento executivo Talenses sobre o significado da cultura organizacional aos jovens profissionais, onde 12% apenas estão de acordo com os valores de suas atuais empresas. A cultura organizacional é algo que demora a mudar, mas a mudança é necessária diante dos novos tempos. Mas o esforço é maior no indivíduo, ele deve aderir e se moldar à cultura da empresa. O ideal é termos um profissional transformador, aderente à cultura e disposto a criar novas regras.

A mais recente edição da pesquisa "Empresa dos Sonhos dos Jovens", feita pela Cia de Talentos, mostra que existe um hiato entre as expectativas dos recém-formados e a realidade do mercado. se por um lado, a geração Y afirma ter qualidades como dinamismo, determinação, dedicação, as empresas buscam outros predicados, como foco em resultado, capacidade analítica e construção de relacionamentos.

De acordo com um estudo da consultoria YCoach, os jovens querem se sentir realizados na carreira, mas não sabem como atingir tal objetivo. a pesquisa analisou os motivos que levam os jovens a buscar orientação profissional. A falta de clareza quanto aos passos a seguir foi a opção mais mencionada com 23%, seguida pelo desejo de se realizar profissionalmente, com 21%. Já que ele não está acostumado a lidar com frustrações, fica ansioso e pula etapas necessárias ao amadurecimento. A consequência é uma bola de neve que acarreta o aumento turnover e perda de qualidade nos recursos humanos. O veterano naturalmente, comete menos erros e entrega mais resultados. Além disso as empresas não treinam e não passam grandes desafios aos jovens, apesar de suas qualificações. Mas na necessidade promove esse jovem sem preparo e a companhia sofre uma juniorização forçada. Até as corporações de perfil conservador estão se adaptando para atrair a atenção dos jovens. É um processo gradual, até porque essa companhias têm uma história e modelos bem-sucedidos de vários anos. Elas procuram simplificar os processos, deixá-los mais ágeis. Isso tem um impacto positivo na geração Y, que busca objetividade no ambiente de trabalho. Eles não reinam absolutos em suas propostas, mas as empresas as aproveitam mais e fazem com que coexistam com as dos outros colaboradores das gerações anteriores. Deve-se fazer um processo de transição nas pessoas e organizações, sem prejuízo para a cultura organizacional. Muitos dizem que os jovens são imediatistas, mas a verdade é que eles entram em rota de colisão consigo mesmo porque ninguém resolve bem apenas em curto prazo. eles precisam ter disposição de aceitar que existem projetos que levam meses e outros anos. Por outro lado a contratação de pessoas mais experientes é uma conquista valiosa para o aprendizado mútuo. A coisa certa é ter profissionais jovens e profissionais maduros, todos excelentes em suas áreas.

As gerações X e Y possuem suas peculiaridades e é melhor conhecer as motivações e percepções de cada um e extrair o melhor para o conjunto. a forma do engajamento mudou, antes as pessoas se engajavam com a marca, a empresa. Hoje, os profissionais se interessam pela natureza do trabalho que desenvolvem seus propósitos e valores. A união das duas qualidades distintas pode ser um grande aliado em prol das metas das empresas. A geração Y pode passar as impressões sobre aas tecnologias e como elas podem alavancar os negócios, ela também pode questionar produtos e processos com a ótica do cliente, por estarem mais acostumados a ter um pensamento de consumidor. Os babyboomers nascidos entre 1946 e 1964 e os da geração X, nascidos entre 1965 e 1980 podem passar a resiliência, a capacidade de enfrentar os obstáculos e ter maior tolerância diante das adversidades sobre a carreira. Quanto mais diversificada uma equipe tiver, mais chance de ideias diferentes e soluções inovadoras. Não só em idade, mas também a diversidade em gênero, de experiência profissional e nacionalidade.

Fonte - Revista Harvard Business Review

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