Criações e oportunidades em sua vida

User Rating: 4 / 5

Star ActiveStar ActiveStar ActiveStar ActiveStar Inactive
 

O cofundador da Twitter que era um menino pobre, filho de pais separados se viu com a necessidade de crescer sozinho. Como não era bom em nenhum esporte no colégio, o que o ajudaria a crescer, decidiu criar uma oportunidade. Percebeu que na escola não tinha um time masculino de lacrosse, sendo assim todos seriam principiantes. Então Stone convenceu a direção a criar um time e acabou ficando muito bom no lacrosse e virou capitão do time. Essa experiência traz uma nova lição valiosa de vida, que se aplica também aos negócios. Algumas pessoas pensam na oportunidade da forma como está definida no dicionário, como um conjunto de circunstâncias que torna algo possível e falam dela como se sugerisse naturalmente. Você detecta a oportunidade ou espera que a oportunidade bata à porta.

Ele vê isso de forma diferente. Acredita que você tem de ser o arquiteto das circunstâncias, que a oportunidade é algo que você cria, não algo que você espera aparecer. Ao refletir sobre os primeiros 40 anos da sua vida, um dos padrões que reconheceu, foi que criou oportunidades continuamente, em vez de ficar esperando que elas surgissem. Foi assim no início da sua carreira e quando alguns amigos e ele criaram o Twitter. E isso é evidente nos seus empreendimentos mais recentes. Criar suas próprias oportunidades é a verdadeira essência do empreendedorismo. Isso é verdade principalmente com uma startup. Você simplesmente se declara CEO e começa a pôr seu plano em prática.

Um exemplo extremo de criação de oportunidade levou o seu primeiro emprego em período integral. Ele estava frequentando a University of Massachusetts Boston com uma bolsa e não estava gostando muito. Ele tinha um trabalho de meio período na editora Little, Brown and Company, movendo caixas como parte de uma mudança de escritório. Conheceu algumas pessoas que criavam capas de livro lá. Na época elas tinham acabado de passar do papel e dos estiletes X-Acto para os computadores Mac. Quando ele estava crescendo, um amigo tinha um Mac, por isso tinha anos de prática com Photoshop e Quark. Um dia quando estava sozinha no escritório, encontrei uma folha de encaminhamento de tarefa, basicamente para fazer a capa de determinado livro e criou uma rapidamente no computador. Colocou-a na planilha de projetos para apreciação e não disse a ninguém que tinha feito. Poucos dias depois, o diretor de arte começou a perguntar quem havia feito aquela capa, que os editores e a equipe de vendas tinham escolhido como a melhor. Ele ficou surpreso ao descobrir que tinha sido um cara das caixas. Quando ele soube que Stone sabia usar programas de design, ofereceu-lhe um trabalho em período integral. Ele pensou, já que as pessoas fazem faculdade para conseguir um emprego como esse, ele iria largar a faculdade, pegar o emprego e tratá-lo como um aprendizado. O diretor se tornou um importante mentor e grande amigo dele e ele aprendeu bastante sobre design e criatividade.

Tempos depois saiu da Little, Brown and Company para iniciar as própria loja de design e descobriu rapidamente que não havia encomendas independentes de capas de livros suficientes para o manter ocupado. Isso foi no fim dos anos 1990, quando a web estava se tornando popular. Por isso quando alguém lhe pediu para criar um site, aprendeu como fazer isso. Nos anos seguintes, aprendeu mais sobre web. Mudou-se para Nova York para ajudar a fundar uma primeira startup de rede social, mas não gostou do modo como a cultura foi evoluindo e voltou para Boston.

Em 2003, a Google anunciou que estava comprando o Blogger, um dos primeiros sites de blog. Ele vinha lendo o blog do fundador do site, Evan Willians e mandou uma mensagem de correio eletrônico para ele dizendo que deveriam trabalhar juntos. Evan providenciou para que a Google o contratasse. Foi para Califórnia pensando que já tinha o emprego, mas o que ele tinha na verdade era um dia cheio de entrevistas na Google. Nenhuma das pessoas com quem ele conversou sabiam por que eles estavam pensando em contratar um cara sem diploma universitário quando a Google costumava contratar pessoas pós-graduadas em ciência da computação. Mas Evan os convenceu. Ele adorou trabalhar na Google com Evan e depois que a empresa abriu o capital, minhas opções de ações começaram a ficar muito valiosas. Se ele tivesse permanecido lá, teria se tornado milionário, o que é um grande negócio para um garoto que cresceu com a ajuda de programas sociais. Mas Evan saiu para iniciar uma nova empresa e ele tinha de decidir se ficava na Google ou seguia com Evan. Escolheu ir com Evan.

A empresa de Evan se chamava Odeo. Estavam tentando criar uma forma inicial de podcasting. Não foi um fracasso total, mas não foi um sucesso, em parte porque a Apple entrou agressivamente no podcasting quando o iPod se popularizou. No início de 2006, estava claro que o modelo de negócio deles não iria funcionar. Então Evans falou para todos escolherem um parceiro e passarem duas semanas desenvolvendo juntos alguma ideia para um novo produto.

O amigo mais chegado na empresa era Jack Dorsey e foi mais ou menos como na aula de ginástica, quando você tem que escolher um parceiro, ele sabia que iria escolhê-lo. Naquela época, Jack usava a AOL Instant Messenger, que permitia que os usuários postassem uma atualização de status se estivessem prestes a se desconectar. Então Jack disse que talvez eles pudessem transformar as atualizações curtas de status em alguma coisa.

Originalmente eles se concentraram nos celulares, com os status chegando por mensagens de texto. Fizeram um protótipo e no fim das duas semanas o mostraram ao restante da equipe. Eles não ficaram entusiasmado, mas de qualquer forma Evan sugeriu que continuassem trabalhando no projeto. Para escolher o nome pediram que um monte de colegas escrevessem sugestões em um pedaço de papel. Então sugeriram Twitter e ele defendeu fortemente. Mais tarde ele desenhou o passarinho que se tornou o logotipo do site. Jack e ele compartilharam a patente da tecnologia do Twitter. Quando criança, ele sempre quis ser um inventor, por isso tem muito orgulho dessa patente.

Todos os demais na empresa eram programadores ou pós-graduados em ciência da computação. Ele não, por isso teve que criar suas próprias oportunidades para contribuir. Ele era um designer. O seu trabalho era trazer humanidade par a tecnologia. Ele se concentrava no produto e fazia sugestões para melhorá-lo. Também ajudou a moldar a deles história para o mundo exterior. Convenceu todo mundo de que, quando as pessoas perguntassem sobre os números deles, deveriam dizer que os números não importam e tentar se concentrar em fazer a marca parecer maior do que era.

Ele também se encarregou de construir a cultura da empresa. Uma cultura se formará, quer você goste ou não dela. se você dedicar atenção a isso, poderá criar algo que torne a empresa mais forte. Uma forma pela qual tentou construir a cultura da empresa todos os dias. Ele queria mostrar humanidade e vulnerabilidade, coisas que mais empresas líderes deveriam fazer. Outro papel que ele assumiu evolvia a posição de política pública da Twitter. Ele tinha convicções firmes sobre a liberdade de expressão e a ideia de que não devemos excluir conteúdo só porque não estamos contentes com ele. Também foi inflexível quanto à necessidade de que a empresa se mantivesse neutra em relação a política. Mais tarde, quando apareceram relatos sobre atividades de vigilância doméstica da Agência de Segurança Nacional dos EUA, eles observaram que a Twitter foi a única empresa de tecnologia que se negou a facilitar o rastreamento de seus usuários pelo governo.

Ele nunca quis ser CEO da Twitter, nem nunca exerceu esse cargo. todas as vezes que tiveram uma transição de CEO , ele trabalhou para ajudar os funcionários a desviar seu olhar do antigo líder para o novo e para encorajar todos a pensar naquilo que era melhor par a empresa, não só para as pessoas que estavam nela.

É lamentavam que os conselhos tenham a tendência de demitir CEOs com tanta frequência. Eles não vão melhorar nenhuma métrica chave. Assim , se as coisas não parecem boas, eles mudam a liderança. Agora que faz parte do conselho, tenta resistir a esse impulso.

Ele se deparou com a ideia para o seu empreendimento mais recente, Jelly Industries, quase por acidente. Gosta de conversar caminhando, agenda regularmente reuniões com pessoas inteligentes e engraçadas durante as quais fazem longas caminhadas.Em 2012, estava caminhando com Bem Frikel, com quem havia trabalhado na Twitter. Começaram a falar de como os mecanismos de busca funcionam e o que fazer se precisassem construir um novo. Lembrou algo que o vice-presidente de busca da Google tinha lhe dito: embora exista hoje uma enorme quantidade de informações na internet, a maior parte do conhecimento do mundo ainda permanece trancada dentro da mente das pessoas. Então como você criaria um mecanismo de busca para aproveitá-lo?

Acabamos criando um aplicativo que integra as várias redes sociais das pessoas e permite que elas façam perguntas umas às outras. Demos o nome de Jelly, em referência a rede neural descentralizada de um jellyfish (água viva). Ele se baseia na ideia de que as pessoas querem ajudar umas as outras, por isso gostam de responder as perguntas. Porém foi um sucesso moderado.

Em 2014, produziram um novo aplicativo, chamado Super, de superlativo. Ele resultou da tentativa da equipe de encontrar um ponto de destaque no Jelly. O Super dá aos usuários um encorajamento empático: "o melhor...", ou "o pior..." ou "eu adoro..." e lhes permite completar a frase. Ele possibilita as pessoas expressar pensamentos que normalmente não compartilham em outras plataformas. Ele celebra a cultura do mashup (mistura) e do remix (recombinação) e permite que as pessoas postem coisas emotivas e expressivas.

No Jelly ele se tornou um CEO pela primeira vez. Depois de ver o que funcionou e o que não funcionou para outros chefes executivos no passado, aprendeu que geralmente é a falta de comunicação que faz uma startup fracassar. A empresa tem somente sete pessoas e ficam todas na mesma sala, por isso é fácil supor que estão na mesma sintonia. Mas não estão, ele tem que trabalhar para garantir que cheguem lá, mesmo que gaste 50% do tempo dele se comunicando.

A mesma coisa vale para o conselho. Se você não se comunica com os diretores, eles presumem que você esteja indo mal. Se você diz ao conselho que estamos indo mal, pelo eles vão pensar: " Ótimo, ele percebeu". Ele escreve um e-mail para o seu conselho toda semana. Responde a todos os e-mails. Está constantemente se comunicando, porque aprendeu que esse é o trabalho mais importante do CEO.

Fonte: Revista Harvard Business Review

Finance365 Partner Family

Finance365 brings to the market a new mindset on Governance and Business Management. Our goal is to present to clients how to increase their profits through good practices in Corporate Governance, with sustainable growth.

Specialized Service

Miramar, Flórida, USA

Alphaville - Barueri

Email: contato@finance365.net.br

Fax: +55 11 2680-5094

Webistewww.finance365.net.br

Depositions


"We were positively surprised by the quality of the answers, it's worth it!"
Cleber Oliveira - Advanced Consultores
"Leave your comments on the use of our application."
Administração - Gestão Canal da Governança
"Governance is supporting us to see the business otherwise, more rational and objective."
Moacir F Teixeira - ECOAGRO